Should scientific papers be anonymous? – STAT

You know what ? We could encrypt the name of the authors using GPG and only reveal the real names later on, after the paper gets approved and published or even later if someone requested us show our credentials like in a job interview. That would be a good idea, just thinking… :\

In today’s lookit-me culture of selfies, Twitter, Facebook and (ahem) endless blogging, the notion of anonymity is about as welcome as a case of hemorrhoids. But Paul Hanel thinks it may be key to correcting some fundamental problems in science.

Hanel, a psychologist at Cardiff University in the United Kingdom, posted a manuscript recently calling for anonymity in science articles. More than that, Hanel suggests stripping identifiers from virtually all academic output: doing away with name-based citations, CVs on researchers’ web sites, author names on book chapters, titles on academic journals, and more.

Source: Should scientific papers be anonymous? – STAT

One thought on “Should scientific papers be anonymous? – STAT”

  1. Caraca, que paper interessante… Primeiro por perceber que há muito mais viéses de publicação que eu acreditava haverem (alguns até de nunca ter imaginado por minha inocência mesmo, como o não citar alguém por não querer essa pessoa como reviewer). Depois, por achar mérito na idéia mas, ao mesmo tempo, achar que é um problema negar um dos principais motores de muitos pesquisadores: o reconhecimento dos pares.

    Ainda mais: isso de deixar para uma third-party fazer esse registro de citações parece um rolo maior ainda. Não que não seja já assim, uma vez que ninguém fica anotando num caderno quantas pessoas te citou, mas mais pelo espírito de desejar que tudo na ciência seja o mais aberto e verificável o possível mesmo. Ter o nome no paper é uma forma de provar que ele ‘deve’ ser seu.

    Parece-me algo que poderia trazer vantagens, mas que não me parece tão interessante assim. No fim, se pode ser uma heurística não perfeita saber os autores, não deixa de ser uma heurística.

    Agora, essa completa anonimização deveria (mesmo) ser usada como padrão durante o processo de publicação, uma vez que em 2016 não faz mais sentidos a gente ter viés de aprovação pelo autor, seu gênero ou seu país.

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